
Fabiane Almeida detalha sua transição de QA técnica para líder na RDI, revelando como o olhar analítico e a cultura de feedback rápido são essenciais para o sucesso na qualidade de software.

Em um setor onde a tecnologia avança em ritmo acelerado, a qualidade de software se torna não apenas uma etapa do processo, mas um pilar estratégico para o sucesso de qualquer produto digital. É nesse cenário que se destaca Fabiane Almeida, Líder de Qualidade de Software na RDI, com mais de sete anos de carreira na área.
Da automação à liderança, Fabiane trilhou um caminho que une técnica e gestão, sempre pautada por valores como inovação, colaboração e desenvolvimento contínuo. Mais do que acompanhar tendências, ela busca provocar mudanças, disseminar boas práticas e incentivar o crescimento das pessoas que caminham ao seu lado.
Nesta entrevista, vamos explorar sua trajetória, os aprendizados da transição de especialista para líder, e as perspectivas sobre o futuro da área de qualidade de software. Prepare-se para conhecer não só a profissional, mas também as visões que inspiram seu trabalho.
O que a levou a escolher a área de qualidade de software, e em que momento percebeu que queria aprofundar sua carreira em automação e soluções?
Sempre tive um perfil investigativo, entender a origem de um problema, entender como softwares eram feitos e acima de tudo validados.
A área de qualidade me ofereceu justamente isso, a oportunidade de entender sistemas não só na perspectiva de cliente, mas com o olhar de quem conhece as regras do negócio.
Olhando para trás, que decisão ou experiência você considera um divisor de águas na sua trajetória profissional?
Com certeza, sem puxar sardinha, a RDI foi o divisor de águas na minha carreira. Em outras oportunidades nunca tive a chance de um dia poder considerar um cargo de liderança. A primeira vez que essa oportunidade foi apresentada numa sessão de 1:1 pela Ariane Medeiros minha atual People Manager, fiquei “em choque” e muito feliz de perceber que existia essa chance e que a Ariane acreditava no potencial que eu tinha para a posição.
Você construiu uma base sólida como profissional técnica antes de assumir a liderança. Quais foram os maiores desafios dessa transição?
Por incrível que pareça, o maior desafio foi entender pessoas e lidar com elas. Cada pessoa pensa de um jeito, age de um jeito e precisamos lidar com elas de jeitos diferentes. Não dá para seguir a mesma receita de bolo com todos, precisei aprender a usar abordagens diferentes para cada pessoa.
Quais aprendizados técnicos mais te marcaram na RDI e que hoje te ajudam a tomar decisões como líder?
Assim como na área técnica, o feedback rápido e no momento que algo ocorre facilita a vida e reduz o retrabalho.
Quando uma informação está clara para o liderado, mas rápido ele entende o que e onde precisa melhorar.
O que você mantém da sua “versão técnica” no dia a dia de líder, e o que precisou ressignificar para desempenhar bem esse novo papel?
Acredito que o olhar analítico, em ambos os casos, você precisa analisar bem a situação para entender como lidar melhor. As pessoas, às vezes, só querem ser ouvidas, é preciso estar preparada para analisar e entender o ponto que elas estão me trazendo.
Agora, uma pergunta dupla: Na sua visão, quais são as características essenciais de uma cultura organizacional que realmente valoriza qualidade? E quais valores da RDI mais dialogam com sua forma de trabalhar e liderar?
Acredito que uma cultura que realmente valoriza qualidade precisa ter transparência, colaboração, abertura para feedbacks e incentivo à melhoria contínua. Um dos valores que mais valorizo dentro da RDI e que alinham muito com a minha forma de liderar é o “a People Company”, assim como a RDI estou sempre próximo dos meus liderados seja no 1:1, seja no dia a dia, no whatsapp. Sempre tento entender como eles estão, como posso ajudá-los e se há algo que precisamos melhorar.
Que tendências você enxerga moldando o futuro da qualidade de software e como as equipes podem se preparar para isso?
Com certeza a chegada da IAs, com certeza teremos grandes mudanças dentro da qualidade, especialmente com relação a pipelines e automação.
Estar preparado para usar uma IA é essencial.
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